Igreja Matriz de Nossa Senhora do Rosário dos Homens Brancos

Construída no final do século XVI, pela Irmandade de Nossa Senhora dos Homens Brancos, instituição religiosa formada pelos senhores de engenho, preserva um tesouro da escultura sacra pernambucana, que é o seu altar-mor, que remete ao mesmo segmento de altar do mosteiro beneditino de Olinda e o de Tibães, em Portugal. O estilo arquitetônico predominante de sua estrutura e imagens em geral remete a um barroco tardio.

Atualmente, a Igreja está fechada em processo de restauração. Por conta de intervenções anteriores, sem as devidas preocupações em manter suas características originais, algumas imagens da Igreja sofreram grandes danos, a exemplo de Nossa Senhora do Rosário, São Joaquim, Sant’Ana e São Sebastião. A edificação é considerada patrimônio histórico nacional pelo IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) desde 1938.


Peças e imagens valiosas do acervo da Igreja chegaram a ser saqueadas por grupos de piratas, no ano de 1650. Couberam, mais uma vez, as Heroínas de Tejucupapo interceptar os invasores e recuperar o patrimônio.